OESTE E SANTA CRUZ FICAM NO EMPATE E PERMANECEM AMEAÇADOS PELO Z-4

O gol de Everton Sena, aos 18 minutos do primeiro tempo, até animou os torcedores do Santa Cruz. Mas bastaram dois minutos para Dênis quebrar as esperanças dos tricolores e animar os rubro-negros do Oeste ao marcar o gol de empate. No final, o 1 a 1 no estádio dos Amaros, em Itápolis, não aliviou a situação de ninguém. Ambos seguem sem convencer na Série B e estão ameaçados pela zona de rebaixamento.
O Tricolor é um dos únicos times que ainda não perdeu na competição. Entretanto, também é um dos que ainda não venceu. Tudo porque o empate desta terça foi o sexto do Santa em seis jogos pela Segundona. O resultado mantém as equipes empatadas na pontuação – seis. Porém, o time paulista leva vantagem no critério de desempate justamente por ter uma vitória. No entanto, a ameaça de entrar na zona de rebaixamento segue viva após o complemento da rodada, no final da noite. Outros cinco jogos começam às 21h50.
As duas equipes voltam a campo na próxima sexta-feira, pela sétima rodada da Série B. O Santa Cruz recebe o América-MG, nos Aflitos, enquanto o Oeste encara o Bragantino, no Nabi Abi Chedid.
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Oeste e Santa Cruz (Foto: José Luis Silva / Agência estado)

Apesar dos poucos torcedores, todos calçados após o fim do veto inusitado que foi aplicado na última partida no estádio dos Amaros, a pressão com a ameaça do Z-4 estava presente em campo. Tanto que o primeiro tempo iniciou de forma bastante truncada. Enquanto o time da casa tentava pressionar, o ataque coral seguia inoperante.  Até que, aos 18 minutos, o zagueiro Everton Sena se aventurou ao ataque a abriu o placar para os pernambucanos. O alívio durou apenas dois minutos e foi interrompido com uma cobrança precisa de falta de Dênis, empatando a partida. Os gols deram novo fôlego ao jogo, com boas chances para os dois lados, e o placar só não foi ampliado devido às boas defesas dos goleiros Paes e Tiago Cardoso.
Incomodados com o empate, os treinadores até fizeram modificações para deixar as equipes mais ofensivas, tirando volantes para as entradas de homens de ataque. Porém, nem Fernandinho e Borebi, nem Flávio Caça-Rato e Betinho, com mais fôlego, conseguiram modificar o placar. Muito se deve a grande atuação do goleiro coral, Tiago Cardoso, que foi determinante em pelo menos três lances. Num deles, cara a cara com Lelê, o camisa 1 do Santa fez uma defesa milagrosa.

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